Ronne Leandro Silva, engenheiro mecânico e técnico em segurança do trabalho, responsável técnico da Sework Engenharia em Patos de Minas/MG

Engenheiro mecânico, técnico em segurança do trabalho e instrutor de brigada de incêndio. Atua em segurança e saúde do trabalho desde 2010.

Na Sework, quem visita a planta, quem levanta o risco e quem assina o documento é a mesma pessoa. Não existe um técnico que vai a campo e um engenheiro que assina de escritório sem ter visto o equipamento — e essa diferença aparece no laudo.

A formação é dupla de propósito. A engenharia mecânica resolve o equipamento: proteção de máquina, vaso de pressão, estrutura, projeto. A segurança do trabalho resolve o procedimento: quem pode operar, com qual treinamento, sob qual autorização. Um laudo que só olha para um dos lados não resiste a uma fiscalização — nem a um acidente.

Formação e registros

O registro de instrutor no CBMMG é o que permite ministrar e assinar treinamento de brigada de incêndio com validade perante o Corpo de Bombeiros. Sem esse registro, o certificado de brigada não é aceito na vistoria da edificação.

As pós-graduações em Psicologia do Trabalho e em Ergonomia deixaram de ser diferencial e passaram a ser requisito prático: desde 26 de maio de 2026 a fiscalização do Ministério do Trabalho autua a ausência de fatores de risco psicossociais no inventário de riscos do PGR, e a avaliação ergonômica preliminar segue obrigatória na NR-17. São exatamente os dois pontos em que a maioria dos programas de gerenciamento de riscos fica incompleta.

Trajetória

Uma década dando aula em curso técnico muda o jeito de fazer treinamento. O treinamento da Sework não é leitura de slide: é conduzido por quem passou dez anos descobrindo, na prática, em que ponto o aluno perde o fio — e por isso é sempre presencial, no equipamento e no ambiente reais do cliente.

Os oito anos no serviço público acrescentaram a outra metade da experiência: conhecer a fiscalização por dentro. Saber o que o auditor pergunta primeiro, qual documento ele abre antes dos outros e o que costuma faltar é diferente de conhecer o texto da norma.

O que muda quando o documento é assinado por engenheiro

Laudo, PGR, análise de risco, projeto e parecer técnico só comprovam responsabilidade técnica quando têm ART registrada no CREA — Anotação de Responsabilidade Técnica, prevista na Lei 6.496/1977 e na Resolução CONFEA 1.025/2009.

Na prática isso significa três coisas. A ART identifica publicamente quem respondeu pelo serviço, com registro em conselho profissional. Ela é um dos primeiros itens verificados quando há acidente, tanto pela fiscalização quanto em ação judicial. E documento sem ART não comprova nada: existe fisicamente, mas não sustenta a defesa da empresa.

Todo documento técnico emitido pela Sework sai com ART registrada e com o nome do responsável técnico. É por isso que esta página existe — para que o cliente saiba exatamente quem está assinando.

Áreas de atuação

A atuação cobre as duas frentes que normalmente exigiriam dois profissionais diferentes.

Engenharia mecânica

Adequação e apreciação de risco de máquinas (NR-12), inspeção de caldeiras, vasos de pressão e tubulações (NR-13), ensaio de estanqueidade em tanques, ensaios não destrutivos, inspeção de equipamentos de içamento e movimentação de cargas, projeto de linha de vida e projetos mecânicos com memorial de cálculo.

Segurança do trabalho

PGR e inventário de riscos com fatores psicossociais, laudos técnicos, consultoria em SST, eventos de SST no eSocial, e treinamentos presenciais de brigada de incêndio, combate a incêndio, trabalho em altura, espaço confinado, líquidos inflamáveis, CIPA e operador de caldeira.

Onde atende

Patos de Minas e região do Alto Paranaíba, com atendimento também no Triângulo Mineiro e no Noroeste de Minas. Todos os treinamentos e inspeções são realizados na planta do cliente — não há sala de aula, porque treinamento de segurança feito longe do equipamento não prepara ninguém.

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